quarta-feira, 17 de maio de 2017

Se me perguntares porque me fui embora

Imagem relacionada
Se me perguntares  porque me fui  embora
Sem nada levar, apenas marcas no coração 
Aquelas que entraram, e não saem, por ora
Porque o meu sentimento sofreu de aflição
.
Se me perguntares, porque sofro eu, sozinha
Porque escolhi eu a solidão para me abrigar 
Será porque a alma que se esgotou é a minha
E tão sozinha ficou, junto ao lago, a divagar
.
Serás a estrela maior que me guia os sentidos
E me faz pensar, se vale a pena voltar a viver
Voltar aos  momentos, meus desejos contidos
.
Se me perguntares se vou voltar, digo: talvez
Porque no meio  do nada só tu quiseste saber
Porque sofre meu coração de quando em vez.
****
Cidália Ferreira

28 comentários:

  1. E quando o coração sofre a poesia flui naturalmente!
    Gosto muito ... Bj

    ResponderEliminar
  2. Muito muito bonito este poema mas tão triste que até magoa o coração.

    ResponderEliminar
  3. Um poema bonito mas sofrido, e são estes que por vezes mais belos são! Beijinhos
    --
    O diário da Inês | Facebook | Instagram

    ResponderEliminar
  4. A poesia também fala de sentires doridos,
    querida Cidália.
    Mas, nesta arte do soneto que você domina
    é tão belo!...

    Uma boa semana!
    Beijinhos.

    ResponderEliminar
  5. A inspiração na tristeza te faz escrever maravilhosamente... beijos, chica

    ResponderEliminar
  6. Mais uma triste inspiração que está dentro de sua alma amiga Cidália.
    Apesar das palavras,você as delineia com muita preciosidade.
    Bjs de luz.
    Carmen Lúcia.

    ResponderEliminar
  7. Traduz perfeitamente a desilusão de que falmos.

    ResponderEliminar
  8. Cidália
    Que linda poesia
    Mais parece uma fuga de amor, mas ele a encontrará.
    Beijos
    Lua Singular

    ResponderEliminar
  9. É um poema muito bonito, apesar do tom melancólico e trsite..
    Beijinhos

    ResponderEliminar
  10. Olá.

    Ah, o coração com suas inquietações e por vezes, dores e desafetos. Logo se recicla para um novo amor que nos espia.

    Sorria sempre.

    ResponderEliminar
  11. Um soneto magnífico.
    Gostei imenso.
    Continuação de boa semana, amiga Cidália.
    Beijo.

    ResponderEliminar
  12. Olá Cidália
    Que o coração encontre a leveza. Bjs amiga.

    ResponderEliminar
  13. Oi Cidália,
    Belo soneto, apesar de triste
    Beijos
    Lua Singular

    ResponderEliminar
  14. Pena que as vezes as marcas entram no coração e não saem mais, pena que o coração sofra, Cidália uma linda poesia um pouco triste mais linda, bjs.
    http://www.lucimarmoreira.com/

    ResponderEliminar
  15. Aquelas marcam que ficam para sempre
    http://retromaggie.blogspot.pt/

    ResponderEliminar
  16. A passar por cá hoje para desejar um bom fim de semana!

    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

    ResponderEliminar
  17. Magnífico e triste poema!
    Adorei!

    Beijinhos.

    ResponderEliminar
  18. Oi Cidália
    Obrigada pelo carinho
    Bom fim de semana
    Beijos
    Lua Singular

    ResponderEliminar
  19. As separações nunca são fáceis.
    Gostei do poema.
    Bjs

    ResponderEliminar
  20. Triste o poema, feliz a inspiração.

    Beijinho e bom fim de semana Cidália

    O Toque do coração

    ResponderEliminar
  21. Boa tarde, Cidália,
    oh! dói alma ao ler seu soneto, lindo,e um pouco triste.Quantas vezes vamos embora, mas sem vontade de ir, e quando o fazemos ficamos na esperança que a volta seja breve.Gostei muito de ler aqui, beijos!

    ResponderEliminar
  22. Um poema lindíssimo, com um fluir das palavras, deveras encantador!
    Adorei, Cidália! Mais uma bela inspiração, por aqui...
    Beijinhos
    Ana

    ResponderEliminar
  23. Que palavras puras e genuínas, belíssimo poema!
    Beijinho

    ResponderEliminar
  24. Que esplêndido amiga! Que imagem maravilhosa que nos faz entrar dentro do poema!
    ADOREI! Emoções tão tocantes e escrita tão cuidada!
    És uma poetiza de mãos cheias e os teus seguidores já fazem parte da tua "família" e das tuas emoções.

    Beijinho grande amiga!

    ResponderEliminar